Na noite deste sábado, 23, um tiroteio nas imediações da Casa Branca, em Washington, D.C., levou a sede do governo dos Estados Unidos a entrar em regime de lockdown. O incidente ocorreu por volta das 18h no horário local (19h de Brasília), e a imprensa norte-americana informa que pelo menos 30 disparos foram ouvidos na região.
De acordo com as primeiras apurações, um homem teria efetuado três disparos contra agentes do Serviço Secreto em um dos portões do complexo. Os agentes revidaram com dezenas de tiros. Como resultado, duas pessoas ficaram feridas: o suspeito e uma outra vítima, ainda não identificada. Não há detalhes sobre o estado de saúde delas.
O presidente Donald Trump estava na residência oficial no momento do ataque. Diante do perigo, foi decretado o lockdown — procedimento que isola totalmente a Casa Branca para proteger o presidente, sua equipe e demais ocupantes, impedindo a entrada e saída de pessoas até que a situação seja controlada.
Jornalistas que estavam no local foram levados para áreas seguras às pressas. Agentes do Serviço Secreto, armados com fuzis, foram vistos circulando pelos gramados e bloqueando a sala de imprensa. O bloqueio foi suspenso por volta das 18h45 (19h45 em Brasília).
O Federal Bureau of Investigation (FBI) anunciou apoio às investigações. Em publicação na rede social X, o diretor da agência, Kash Patel, afirmou: “O FBI está no local e apoiando o Serviço Secreto na resposta aos disparos efetuados perto da Casa Branca. Atualizaremos o público assim que possível.”
Vídeos que circulam nas redes sociais mostram pessoas correndo durante o pânico. O caso acontece menos de um mês após outro tiroteio durante o Jantar dos Correspondentes da Casa Branca, quando Trump também precisou ser retirado do local às pressas. Naquela ocasião, o suspeito, identificado como Cole Tomas Allen, foi preso após trocar tiros com agentes e se declarou inocente das acusações, incluindo tentativa de assassinato do presidente.
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